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 Árvore evolutiva - cena da série de vídeo ORIGINS video series.
This article is also available in English: Second Law of
Thermodynamics - Does this basic law of nature prevent Evolution? English
answer...
| Evolução versus uma lei básica da natureza
Muitos cientistas
eminentes têm examinado cuidadosamente a maioria das leis da natureza para
ver se a Evolução é fisicamente possível - fornecidos tempo e oportunidade
suficientes. A conclusão de muitos é que a Evolução simplesmente
não é praticável. Um dos maiores problemas é a Segunda Lei da
Termodinâmica.

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 Construção em ruínas. Estruturas maciças podem parecer ser
capazes de durar quase para sempre, mas elas não vão. A necessidade
de reparos contínuos origina-se, em parte, da Segunda Lei da
Termodinâmica. (Cena da série de vídeo ORIGINS.)
| A Segunda Lei da Termodinâmica descreve
princípios básicos familiares à vida cotidiana. Ela é parcialmente uma lei
universal de deterioração, a causa final por que todas as coisas
finalmente caem aos pedaços e se desintegram com o tempo. Coisas materiais
não são eternas. Tudo parece mudar eventualmente, e o caos aumenta. Nada
permanece tão fresco como no dia em que é comprado; roupas desbotam, ficam
surradas, e finalmente retornam ao pó.2 Tudo
envelhece e se desgasta. Até a morte é uma manifestação desta lei. Os
efeitos da Segunda Lei estão em todo lugar, tocando tudo pelo universo.
A cada ano, vastas somas em dinheiro são gastas para neutralizar os
efeitos implacáveis dessa lei (manutenção, pintura, contas médicas, etc.).
No final, tudo na natureza é obediente a suas leis imutáveis.
Segunda Lei da Termodinâmica: O
físico Lord Kelvin expressou-a tecnicamente como se segue: "Não
existe processo natural cujo único resultado seja resfriar um
reservatório de calor e realizar trabalho externo." Em termos mais
compreensíveis, esta lei observa o fato de que a energia utilizável no
universo está se tornando cada vez menor. No final não haverá energia
disponível sobrando. A partir deste fato nós achamos que o estado mais
provável para qualquer sistema natural é um estado de desordem. Todos os
sistemas naturais se degeneram quando abandonados a si mesmos.3

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 Células e vasos sangüíneos - cena da série de vídeo ORIGINS.
| É bem sabido que, abandonados a si
mesmos, os compostos químicos no final se fragmentam em materiais
mais simples; eles não se tornam mais complexos. Forças externas podem
aumentar a ordem por um tempo (por meio do gasto de quantidades
relativamente grandes de energia, e por meio da aplicação de um projeto).
Entretanto, tal reversão não pode durar para sempre. Uma vez que a força
cesse, os processos retornam à sua direção natural - maior desordem. Sua
energia é transformada em níveis menores de disponibilidade para trabalhos
futuros. A tendência natural dos arranjos e sistemas complexos e ordenados
é se tornarem mais simples e mais desordenados com o tempo.4

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Evolucionismo sustenta que por bilhões de anos
todas as coisas estão basicamente se desenvolvendo em sentido
ascendente, se tornando mais ordenadas e complexas. Entretanto, esta
lei básica da ciência (Segunda Lei da Termodinâmica) afirma o
contrário. A pressão é para baixo, em direção a simplificação e
desordem. (Ilustração da série de vídeo ORIGINS)
| Assim, a longo prazo, há uma inclinação
global para baixo por todo o universo. No final, quando toda energia do
cosmos tiver sido degradada, todas as moléculas se moverão aleatoriamente,
e todo o universo estará frio e sem ordem. Para simplificar: No mundo
real, o fluxo total, a longo prazo, é descendente, não ascendente. Toda
experimentação e observação física parece confirmar que a Lei é mesmo
universal, afetando todos os processos naturais no final das
contas.5
A Evolução Naturalista requer que as leis físicas e os átomos se
organizem por si mesmos em arranjos ordenados cada vez mais complexos e
vantajosos.6 Desta maneira, por eras de tempo,
supõe-se que bilhões de coisas tenham se desenvolvido em sentido
crescente, tornando-se mais ordenadas e complexas.7
Contudo, esta lei básica da ciência (Segunda Lei da Termodinâmica)
revela exatamente o oposto. No final das contas, arranjos complexos e
ordenados de fato tendem a se tornar mais simples e mais
desordenados com o tempo. Há uma tendência para baixo irreversível
trabalhando em todo o universo. A evolução, com sua ordem e complexidade
sempre crescentes parece impossível no mundo natural.
| A Segunda Lei Falhou? Não, diz o perito Frank A. Greco:
"Um resposta pode prontamente ser dada à pergunta, 'A
Segunda Lei da Termodinâmica falhou? AINDA NÃO." 8
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Nenhuma evidência experimental a invalidou, disseram os físicos G.N.
Hatspoulous e E.P. Gyftopoulos:
"Não há nenhum experimento registrado na história da
ciência que contradiga a segunda lei e seus corolários..." 9
O Criacionista Duane Gish comenta:
"De todas as afirmações que têm sido feitas com
respeito às teorias sobre a origem da vida, a afirmação de que a Segunda
Lei da Termodinâmica não oferece problemas para uma origem evolutiva da
vida é a mais absurda... A operação dos processos naturais em que a
Segunda Lei da Termodinâmica é baseada já é suficiente, por esse motivo,
para tornar impossível a origem espontânea evolutiva da imensa ordem
biológica necessária para a origem da vida." (Duane Gish, Ph.D. em
bioquímica pela University of California em Berkeley) 10
Emmett
Williams, Ph.D:
"Provavelmente, não é nenhum exagero afirmar que as
leis da termodinâmica representam alguns dos melhores conhecimentos
científicos que nós temos hoje. Enquanto as declarações em alguns campos
(como a astronomia) parecem mudar quase diariamente, a ciência da
termodinâmica tem sido notável por sua estabilidade. Em muitas décadas
de observações cuidadosas, não se tem percebido nem ao menos uma simples
divergência em qualquer dessas leis." 11
Se a Evolução é verdade, deve haver uma força ou mecanismo
extremamente poderosa trabalhando no cosmos que possa vencer
constantemente a poderosa e final tendência para a "desorganização"
trazida pela Segunda Lei. Se uma força ou mecanismo tão importante existe
ele deveria ser bastante óbvio para todos os cientistas. Todavia, o fato
é, tal força da natureza nunca foi encontrada.
Vários cientistas acreditam que a Segunda Lei, quando verdadeiramente
compreendida, é suficiente para refutar a teoria da Evolução. De fato,
esta é uma das razões mais importantes por que vários Evolucionistas
abandonaram suas teorias em favor do Criacionismo.
sistemas abertos/ sistemas
fechados: sistemas termodinâmicos abertos trocam calor, luz ou
matéria com o meio que os cerca, sistemas fechados não. Nenhuma energia
exterior flui para um sistema fechado. A Terra é um sistema aberto; ela
recebe energia exterior vinda do Sol.
A Energia é a Chave?
Para criar qualquer tipo de organização crescente ou complexa em um
sistema fechado são necessárias energia e informação exteriores. Os
Evolucionistas mantém que a Segunda Lei da Termodinâmica não impede a
Evolução na Terra, já que este planeta recebe energia exterior do Sol.
Desta maneira, eles sugerem que a energia do Sol ajudou a criar a vida de
todo nosso lindo planeta. Entretanto, a simples adição de energia é tudo
aquilo de que se precisa para concluir esse grande feito?12
Compare uma planta viva com uma morta. A simples adição de energia pode
fazer uma planta completamente morta viver?
Uma planta morta contém as mesmas estruturas básicas de uma planta
viva. Outrora ela usou a energia do Sol para aumentar temporariamente sua
ordem e crescer e produzir troncos, folhas, raízes e flores - tudo
começando de uma simples semente.
Se realmente existe uma poderosa força evolutiva em ação no universo, e
se o sistema aberto da Terra faz toda a diferença, por que a energia do
Sol não faz uma planta verdadeiramente morta se tornar viva de novo
(assumindo um suprimento suficiente de água, luz, e assim por diante)?
O que realmente acontece quando uma planta morta recebe energia do Sol?
A organização interna na planta diminui; ela tende a se deteriorar
e quebrar em componentes mais simples. O calor do Sol apenas acelera o
processo de desorganização.
O Ingrediente Final: Informação Planejada e
Codificada
O eminente cientista e especialista em
origens, Dr. A.E.
Wilder-Smith, coloca dessa maneira:
"Então, qual é a diferença entre um graveto, que está
morto, e uma orquídea, que está viva? A diferença é que a orquídea tem
teleonomia em seu interior. Ela é uma máquina que está capturando
energia para aumentar a ordem. Onde você tem vida, você tem teleonomia,
e então a energia do Sol pode ser absorvida e fazer o ser se desenvolver
- aumentando sua ordem" [temporariamente].13
teleonomia: Informação armazenada dentro de um
ser vivo. Teleonomia envolve o conceito de alguma coisa ter um projeto e
um propósito. Não-teleonomia é "falta de direção", ausência de
planejamento. A teleonomia de uma coisa viva é de algum modo armazenada
dentro de seus genes. Teleonomia pode usar energia e matéria para
produzir maior ordem e complexidade.14
Onde a teleonomia dos seres vivos se origina? É importante
notar que a teleonomia (o princípio de organização, o know-how) não reside
na matéria. Matéria, por si só, não é criativa. Dr.
Wilder-Smith:
"A pura química de uma célula não é suficiente para
explicar o funcionamento de uma célula, embora o funcionamento seja
químico. As operações químicas das células são controladas por
informações que não residem nos átomos e moléculas."15
Os Criacionistas acreditam que as células
se constroem a partir de informações cuidadosamente planejadas e
codificadas que têm sido passadas de uma vida para a seguinte desde seu
começo original.
[Veja abaixo mais evidências de que a Segunda
Lei é um dos principais problemas para a Evolução]
[Aprenda mais sobre a origem da
vida]
Referências e
Informações Adicionais
1
- Calor é o nome da energia quando ela é movida de uma área para
outra. [Allen L. King, Thermophysics (San Francisco: W.H. Freeman
& Company, 1962), p. 5.]
- O calor é transferido em virtude da diferença de temperatura. O
trabalho é energia transferida em virtude de uma força.
2
- Emmett L. Williams, editor, Thermodynamics and the Development of
Order (5093 Williamsport Drive, Norcross, Georgia 30092: Creation
Research Society Books, 1981), p. 18.
3
- Lord Kelvin como citado em A.W. Smith e J.N. Cooper, Elements of
Physics, 8th edition (New York, New York: McGraw-Hill Publishing,
1972), p. 241.
- Emmett Williams (1981), p. 19 (endnote above).
- Mundialmente renomado Evolucionista e ávido anti-criacionista Isaac
Asimov confirma que:
"Outra maneira de expressar a segunda lei é, 'O universo está
constantemente se tornando mais desordenado!' Visto dessa maneira nós
podemos ver a segunda lei por toda parte sobre nós. Precisamos trabalhar
duro para arrumar uma sala, mas quando a deixamos por si mesma ela se
torna bagunçada outra vez muito rapidamente e muito facilmente. Mesmo se
nunca entrarmos nela, ela fica empoeirada e mofada. Como é difícil
manter casas, máquinas e nossos próprios corpos em perfeita ordem de
funcionamento: e como é fácil deixá-los se deteriorarem. De fato, tudo
que precisamos fazer é não fazer nada, e tudo se deteriora, entra em
colapso, se quebra, desbota, tudo por si mesmo - e é disso tudo que a
segunda lei trata."
[Isaac Asimov, "In the Game of Energy and Thermodynamics You Can't
Even Break Even", Smithsonian Institution Journal (June 1970), p.
6 (emphasis added).]
"A Segunda Lei da Termodinâmica afirma que a quantidade de
trabalho útil que você pode obter a partir da energia do universo está
constantemente diminuindo. Se você tem uma grande porção de energia em
um lugar, uma alta intensidade dela, você tem uma alta temperatura aqui
e uma baixa temperatura lá, então você pode obter trabalho dessa
situação. Quanto menor for a diferença de temperatura, menos trabalho
você pode obter. Então, de acordo com a Segunda Lei da Termodinâmica, há
sempre uma tendência para as áreas quentes se resfriarem e as áreas
frias se aquecerem - assim cada vez menos trabalho poderá ser obtido.
Até que finalmente, quando tudo estiver numa mesma temperatura, você não
poderá mais obter nenhum trabalho disso, mesmo que toda a energia
continue lá. E isso é verdade para TUDO em geral, em todo o
universo."
[Isaac Asimov in The Origin of the Universe in the ORIGINS:
How the World Came to Be video series (PO Box 200, Gilbert AZ 85299
USA: Eden Communications, 1983).]
- Tecnicamente e mais sucintamente, a Segunda Lei da Termodinâmica diz
que :
"A quantidade total de entropia na natureza está aumentando."
[S. Gasstone, Textbook of Physical Chemistry (New York: D. Van
Nostrand Company, 1946).]
4
- R.B. Lindsay, "Physics - To What Extent Is It Deterministic?"
American Scientist, Vol. 56, No. 2 (1968), pp. 100-111.
5
- Criacionista Emmett Williams, Ph.D.:
"Obviamente a Evolução envolve transformação, e transformações
naturais requerem energia. Uma descrição da evolução como a fornecida
acima [refere-se à citação de Huxley] requereria extraordinárias
quantidades de energia e muitas transformações de energia. O processo de
Evolução requer energia em várias formas, e a termodinâmica é o estudo
do movimento e transformação de energia. Os dois campos estão claramente
relacionados. As leis científicas que governam a termodinâmica deveriam
também governar a Evolução."
[Emmett L.
Williams, editor, Thermodynamics and the Development of Order
(5093 Williamsport Drive, Norcross, Georgia 30092: Creation Research
Society Books, 1981), p. 10.]
6
- O renomado químico e Evolucionista Sidney Fox confirma esta crença
em complexidade crescente:
"A Evolução, contudo, juntou os menores componentes; ela agiu do
simples para o complexo."
[Sidney W. Fox, "Chemical Origins of Cells - 2," Chemical and
Engineering News, Vol. 49 (December 6, 1971), p. 46.]
7
- No contexto dessa discussão, "ordem" significa "organização", não
necessariamente "uniformidade". Isto é, adaptação das partes para o
todo, e do todo para algum plano.
[Harold L. Armstrong, "Thermodynamics, Energy, Matter, and Form,
Creation Research Society Quarterly, Vol. 15, No. 2 (September
1978), pp. 119-121, and Vol. 15, No. 3 (December 1978), pp. 167-168,
174.]
8
Frank Greco, "On the Second Law of Thermodynamics,"
American Laboratory, Vol. 14 (October 1982), p. 80-88 (emphasis added).
9
E.B. Stuart, B. Gal-Or, and A.J. Brainard, editors,
Deductive Quantum Thermodynamics in a Critical Review of
Thermodynamics (Baltimore: Mono Book Corporation, 1970), p. 78
(emphasis added).
10
Duane
Gish, "A Consistent Christian-Scientific View of the Origin of
Life," Creation Research Society Quarterly, Vol. 15, No. 4 (March
1979), pp. 199, 186 (emphasis added).
11
Emmett
L. Williams, editor, Thermodynamics and the Development of
Order (5093 Williamsport Drive, Norcross, Georgia 30092: Creation
Research Society Books, 1981), pp. 7-8.]
[Além disso, veja: Charles B. Thaxton, Walter L. Bradley, e Roger L.
Olsen, The Mystery of Life's Origin: Reassessing Current Theories
(New York: Philosophical Library, 1984), pp. 113-165.]
12
- A Segunda Lei da Termodinâmica é tão válida para sistemas abertos
como é para sistemas fechados, diz John Ross, Harvard University:
"...Não há nenhuma violação conhecida da segunda lei da
termodinâmica. Usualmente a segunda lei é válida para sistemas isolados,
mas a segunda lei se aplica igualmente bem para sistemas abertos."
[John Ross, letter in Chemical and Engineering News, Vol. 58
(July 7, 1980), p. 40.]
13
14
- Dr. Henry Morris propôs uma DEFINIÇÃO COMPREENSÍVEL DA SEGUNDA LEI
DA TERMODINÂMICA de acordo com este conceito:
"Em qualquer sistema ordenado, aberto ou fechado, existe uma
tendência para esse sistema decair para um estado de desordem, tendência
que só pode ser suspensa ou revertida por uma fonte externa de energia
organizadora direcionada por um programa informativo e transformada
através de um mecanismo de ingestão-armazenamento-conversão em um
trabalho específico necessário para construir a estrutura complexa de
tal sistema.
Se o programa de informação ou o mecanismo de conversão não estão
disponíveis para este sistema 'aberto', ele não irá aumentar em ordem,
não importa quanta energia externa esteja ao seu redor. O sistema irá
decair de acordo com a Segunda Lei da Termodinâmica."
[Henry M. Morris, "Entropy and Open Systems," Acts and Facts,
Vol. 5 (P.O. Box 2667, El Cajon, California 92021: Institute for
Creation Research, October 1976).]
- Ernst Mayr, Ph.D., Evolucionista:
"Organismo vivos, contudo, diferem da matéria inanimada pelo grau
de complexidade de seus sistemas e pela possessão de um programa
genético... As instruções genéticas empacotadas no embrião direcionam a
formação de um adulto, seja ele uma árvore, um peixe, ou um humano. O
processo é objetivamente direcionado, mas a partir das instruções do
programa genético, não do exterior. Não existe nada semelhante no mundo
inanimado."
[Ernst Mayr in Roger Lewin, "Biology Is Not Postage Stamp
Collecting," Science, Vol. 216, No. 4547 (May 14, 1982), pp.
718-720 (quote from p. 719, emphasis added).]
15
Para Mais Evidências de que a Segunda Lei é um dos
Principais Problemas para a Evolução (incluindo argumentos de
resposta contra as afirmações de que esta lei é erroneamente aplicada
contra a Evolução ou que é desmentida pelo crescimento, sistemas vivos,
formações de cristais, etc.)
- "Creationist Interpretations of Chemical Organization in Time and
Space," Creation Research Society Quarterly, Vol. 22, No. 4
(March 1986), pp. 157-158.
- Charles B. Thaxton, Walter L. Bradley, and Roger L. Olsen, The
Mystery of Life's Origin: Reassessing Current Theories (New York:
Philosophical Library, 1984).
- Henry M. Morris, The Biblical Basis for Modern Science (Grand
Rapids, Michigan: Baker Book House, 1984), pp. 185-215, and "Creation
and the Laws of Science," in Henry M. Morris and Gary E. Parker, What
Is Creation Science? (Santee, California: Master Books, 1982), pp.
153-188.
- Emmett L. Williams, editor, Thermodynamics and the Development of
Order (Norcross, Georgia: Creation Research Society Books, 1981).
- Harold S. Slusher, The Origin of the Universe, revised
edition (El Cajon, California: Institute for Creation Research, 1980),
pp. 3-10.
- Arthur E.
Wilder-Smith, The Creation of Life (Wheaton, Illinois: Harold
Shaw Publishers, 1970), and Man's Origin, Man's Destiny (Wheaton,
Illinois: Harold Shaw Publishers, 1968).
- Walter L. Bradley, "No Relevance to the Origin of Life," Origins
Research, Vol. 10, No. 1 (1987), pp. 13-14 (dirige-se a alguns
argumentos levantados por Dr. John W. Patterson e Francis Arduini, etc.,
mostra que os argumentos básicos usados pelos Evolucionistas contra a
Segunda Lei não têm relevância para a origem da vida).
- Robert A. Gange, "Commentary on the Patterson/Walter Exchange,"
Origins Research, Vol. 10, No. 1 (1987), pp. 14-16, and
Origins and Destiny (Waco, Texas: Word Books, 1986) (contém a
explicação da Nova Segunda Lei da Termodinâmica Generalizada e a
informação do conteúdo nos sistemas biológicos).
- Tracy Waters, "A Reply to John Patterson's Scientific Arguments,"
Origins Research, Vol. 9, No. 2 (1986), pp. 8-9.
- Jerry Kelley, "Thermodynamics and Probability," Origins
Research, Vol. 9, No. 2 (1986), pp. 11-13, and "On the Nature of
Order," Origins Research, Vol. 9, No. 2 (1986), pp. 14-15.
- Dudley J. Benton, "Thermodynamics, Snowflakes, and Zygotes,"
Creation Research Society Quarterly, Vol. 23, No. 2 (September
1986), p. 86.
- David A. Kaufmann, "Human Growth and Development, and Thermo II,"
Creation Research Society Quarterly, Vol. 20, No. 1 (June 1983),
pp. 24-28.
- Emmett L. Williams, editor, Thermodynamics and the Development of
Order (Norcross, Georgia: Creation Research Society Books, 1981),
pp. 91-110.
- Harold L. Armstrong, "Evolutionistic Defense Against Thermodynamics
Disproved," Creation Research Society Quarterly, Vol. 16, No. 4
(March 1980), pp. 226-227, 206, and Vol. 17, No. 1 (June 1980), pp.
72-73, 59.
- Duane T. Gish, "A Consistent Christian-Scientific View of the Origin
of Life," Creation Research Society Quarterly, Vol. 15, No. 4
(March 1979), pp. 185-203, especially pp. 200-201, and Speculations
and Experiments Related to Theories on the Origin of Life (Santee,
California: Institute for Creation Research, 1972).
- J. Coppedge, Evolution: Possible or Impossible (Grand Rapids,
Michigan: Zondervan, 1973).
- Hubert P. Yockey, "A Calculation of the Probability of Spontaneous
Biogenesis By Information Theory," Journal of Theoretical
Biology, Vol. 67 (1977), pp. 377-398.
Traduzido por Lia Moura Autor: Paul S. Taylor,
Eden Communications. Adaptado do The Illustrated ORIGINS Answer Book.
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 The Illustrated ORIGINS Answer
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